PSB oficializa apoio à reeleição de Lula e confirma Alckmin como candidato a vice
Decisão foi anunciada durante convenção nacional do partido, em Brasília; PT ainda realizará convenção para oficializar a candidatura presidencial
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O Partido Socialista Brasileiro (PSB) oficializou, na noite desta quarta-feira (29), o apoio à candidatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à reeleição e confirmou o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) como candidato a permanecer na vice-presidência da República.
A decisão foi tomada durante a convenção nacional do partido, realizada em Brasília, consolidando a manutenção da aliança entre PSB e PT para a disputa eleitoral.
PT ainda oficializará candidatura de Lula
Embora o PSB já tenha confirmado o apoio à chapa, a candidatura de Lula será oficialmente homologada apenas no próximo domingo (2), durante a convenção nacional do Partido dos Trabalhadores.
A expectativa é que a coligação mantenha a composição vencedora das eleições de 2022, com Lula na cabeça da chapa e Alckmin como candidato a vice-presidente.
Alckmin integra o PSB desde 2022
Geraldo José Rodrigues Alckmin Filho filiou-se ao PSB em março de 2022, após décadas de trajetória política em outras legendas.
Pouco depois da filiação, foi escolhido para compor a chapa presidencial liderada por Lula, sendo eleito vice-presidente da República nas eleições daquele ano.
Médico anestesiologista e professor universitário, Alckmin iniciou sua carreira política como prefeito de Pindamonhangaba, cargo que ocupou entre 1977 e 1982.
Posteriormente, exerceu mandatos como deputado estadual e deputado federal por São Paulo.
Trajetória inclui quatro mandatos no governo paulista
Ao longo da carreira, Alckmin também ocupou o cargo de vice-governador de São Paulo entre 1995 e 2001, na gestão de Mário Covas.
Com a morte de Covas, assumiu o comando do governo estadual e, posteriormente, foi eleito e reeleito governador, permanecendo à frente do Estado entre 2003 e 2006.
O atual vice-presidente também disputou a Presidência da República nas eleições de 2006 e 2018, antes de integrar a chapa de Lula em 2022.
Com a decisão anunciada pelo PSB, a legenda confirma a intenção de repetir a aliança formada na última eleição presidencial, enquanto aguarda a oficialização da candidatura de Lula pelo Partido dos Trabalhadores no próximo fim de semana.
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