Vereador cobra Prefeitura sobre atuação de guardas patrimoniais em Maringá
Professor Pacífico afirma que Portal da Transparência aponta cerca de 70 servidores na função e pede detalhes sobre lotação, atividades e segurança em CMEIs, UBSs, escolas e outros prédios públicos
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Na sessão desta quinta-feira (10), o vereador Professor Pacífico relatou preocupação com a segurança em CMEIs, UBSs, escolas e outros prédios públicos de Maringá. Segundo ele, o Portal da Transparência do município aponta cerca de 70 servidores ligados à Guarda Patrimonial, e o parlamentar questionou onde esses profissionais estão atualmente lotados e quais funções desempenham.
O vereador apresentou o Requerimento nº 371/2026 à Prefeitura de Maringá, solicitando esclarecimentos sobre as atividades exercidas pelos guardas patrimoniais, os locais onde estão alocados e quantos ainda atuam diretamente na segurança dos equipamentos públicos. Pacífico também pediu informações sobre a quantidade de ocorrências de furtos, invasões, vandalismo, depredações e outros delitos registrados nesses espaços.
“Temos UBSs com situações recorrentes de violência, CMEIs e escolas sofrendo invasões e vandalismos. Esses locais precisam receber uma atenção diferenciada. Câmeras, alarmes e monitoramentos são importantes, é claro, mas a câmera registra apenas o que aconteceu. A presença de um profissional para ajudar evita que tudo isso aconteça”, afirmou.
Pacífico ressaltou ainda que a carreira de guarda patrimonial está em processo de extinção no município e defendeu que a Prefeitura apresente um planejamento para garantir a segurança dos espaços públicos à medida que o efetivo diminui. “É isso que queremos discutir: aproveitar melhor a estrutura que o município ainda possui e, ao mesmo tempo, pensar em uma solução para quando esse efetivo deixar de existir. A segurança patrimonial não é apenas proteger um prédio, uma porta ou um equipamento; é proteger o servidor que está trabalhando, a população que frequenta esses locais tão necessários e também o patrimônio público mantido com os impostos pagos pela população”, declarou.
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